
Resisti o máximo que pude, mas não teve jeito. Twitter...eu me rendo!
Após meses de resistência, me rendi ao Twitter. Uma boa opção, dentre as mil que a internet nos oferece, principalmente para pessoas que, assim como eu, não querem perder tempo. Afinal, com uma simples frase você se comunica com uma quantidade enorme de pessoas ao mesmo tempo. É a comunicação em “grande escala”.
Atualmente, o Twitter tem cerca de seis milhões de usuários que podem passar mensagens rápidas com até 140 caracteres utilizando computador ou celular. Nesse universo de seis milhões você pode 36 das maiores empresas americanas, empresas brasileiras, artistas, celebridades e pessoas comuns, ou seja, todo mundo querendo fazer parte desse rendez-vous.
Essa integração virtual está levando pessoas e empresas a “transferirem”parte do seu cotidiano para o mundo virtual. A TV está sendo ultrapassada pela internet e os baby-boomers pela geração de jovens internautas que passam boa parte das suas horas navegando pelo mundo virtual. Uma pesquisa recente realizada com 4.113 americanos adultos por cientistas do Stanford Institute for the Quantitative Study of Society, da Universidade de Stanford mostrou que um quarto dessas pessoas ficam mais de cinco horas navegando pela internet em detrimento ao tempo despendido com a família e amigos.
Muitas empresas já aderiram as comunidades virtuais como o Twitter, facebook e orkut com o objetivo de se aproximarem dos consumidores. O ponto crucial é que a velocidade desses meios não combina com a burocracia empresarial tão presente na cultura corporativa global. As empresas que querem se firmar nesse novo mundo têm que se adaptar a velocidade ou correm o risco de perder a credibilidade e, conseqüentemente, seus clientes.
OK. A rede mundial já se mostrou uma ótima ferramenta de comunicação, mas ainda temos algumas pulgas atrás da orelha:
A interação virtual tem pontos positivos ou só contribui para o isolamento social?
A internet é a única culpada?
As empresas vão conseguir alcançar seus consumidores de forma eficiente?
Quais serão os próximos passos da sociedade na rede?
Bem, como muitos, as Meninas no Salto não têm essas respostas, mas continuamos perguntando. Afinal, questionar é pensar. Pense nisso.